15 Dezembro, 2015
Amorim Revestimentos apresenta Centro de Inovação Colaborativa e Investigação Aplicada

O novo espaço visa optimizar e unificar a expertise de todos os players do mundo do flooring em torno dos produtos da Amorim Revestimentos e da tecnologia Corktech

A Amorim Revestimentos acaba de inaugurar um novo Centro de Inovação Colaborativa e Investigação Aplicada, concebido pelo gabinete de arquitetura Barbosa & Guimarães a partir de um edifício industrial previamente existente nas instalações da empresa. Esta é uma nova plataforma que surge do reforço da aposta da empresa no seu core business – a cortiça – e vai de encontro à missão da Amorim Revestimentos de “Ser um player global no mercado de pavimentos e revestimentos, usando o Corktech como elemento diferenciador.”

Com uma área coberta de 1000m² e uma área total de 1200m², o espaço funcionará como um importante veículo de comunicação da tecnologia Corktech – que potencia as características da cortiça pelo recurso a tecnologia de ponta -, um elemento distintivo que demarca os pavimentos da Amorim Revestimentos de todas as outras soluções existentes no mercado, uma diferenciação que resulta da incorporação da cortiça.

Segundo Nuno Barroca, Vice-Presidente da Corticeira Amorim, “Numa altura em que é cada vez mais evidente a necessidade de integrarmos matérias-primas sustentáveis e tecnicamente eficientes no nosso dia-a-dia, a opção por um pavimento com cortiça tem de estar no top of mind dos consumidores”, acrescentando que “Com este novo centro, a Corticeira Amorim demonstra que a Inovação é parte integrante da cultura da empresa, que diariamente coloca em causa processos, produtos e serviços e também os formatos de comunicação com os diferentes stakeholders.”

O Centro de Inovação Colaborativa e Investigação Aplicada funcionará como um importante espaço de acolhimento de stakeholders e potenciará uma interação direta com os produtos da Amorim Revestimentos, sendo que se espera que, através de um processo colaborativo, surjam novas ideias de visuais e aplicações que possibilitem a valorização da cortiça e dos diferentes produtos.

Concebido com o intuito de evidenciar a variedade e potencial das soluções da Amorim Revestimentos, a apresentação dos produtos será assegurada tanto física como virtualmente, sendo que uma das inovações do espaço está relacionada com uma sala de projeção virtual, onde o visitante será convidado a simular diferentes ambientes a partir de uma seleção de pisos e de revestimentos de parede pré-existente.

O centro será ainda um importante apoio para a AR Academy, um departamento criado em 2014 que, tal como o nome indica, é uma academia de formação para públicos internos e externos (clientes, arquitectos, comunicação social), em torno dos produtos da empresa e suas especificidades, assim como mais-valias, onde se inclui a informação sobre a tecnologia Corktech.

Além da apresentação das gamas Wicanders, da Amorim Revestimentos, foram selecionadas para este centro outras soluções de cortiça, seja a revestir parte da fachada exterior do edifício, onde foi aplicado o aglomerado de cortiça expandido, seja por exemplo no auditório do espaço, em que a opção foi usar o sistema Lambourdé, que conjuga este aglomerado com ripas de madeira.

Conceito do projeto:

“Uma área de armazém de um edifício industrial recebeu um novo espaço. Ao rigor geométrico do edifício existente sobrepôs-se uma nova entidade. Orgânica, flexível, mutante, a nova entidade define os espaços de auditório, academia e restante centro da Amorim Revestimentos.

As novas formas, esculpidas em cortiça, criam uma realidade artificial, que tira partido e expõe as principais características do material.

De uma forma intrusiva, as novas volumetrias, rasgam os alçados existentes, permitindo a entrada da luz, que banha abundantemente os espaços de showroom e academia.

O auditório amplifica o ritmo monocórdico da estrutura existente, gerando uma malha ortogonal que sistematiza a enorme diversidade de produtos em exposição.

O auditório, espaço mais intimista, recolhe-se no conforto da madeira e da cortiça.”

Pedro Guimarães, arquiteto líder do projeto